Família Real no Brasil:
Cenário europeu:
Lutas entre monarquias nacionais e o Império Napoleônico
Bloqueio Continental imposto por Napoleão
Portugal deveria decidir entre França ou Inglaterra (prefere ficar com os ingleses)
A corte portuguesa deixa Portugal em novembro de1807 e chega ao Brasil em 22/01/1808.
D. João no Brasil.
Medidas:
Abertura dos portos (1808) quebra do monopólio comercial
Criação do Banco do Brasil (1808)
Permissão da atividade industrial no Brasil
Assinou dois tratados com a Inglaterra Aliança e Amizade e de Comércio e Navegação.
Tratados concediam: vantagens alfandegárias sobre os produtos britânicos
15% para os ingleses, 16 % para os portugueses e 24 % para os outros países.
* cláusula exigindo o fim do tráfico negreiro.
Estabeleceu a Biblioteca Real
Surgiu a Gazeta do R. de Janeiro 1º jornal brasileiro (Imprensa Régia 1808)
Incentivo a missões exploradoras, a pesquisa, a arte
Brasil foi elevado a categoria de Reino Unido a Portugal e Algarves (1815)
Criação de uma burocracia no Brasil
Fundação da Academia militar e da Marinha
Fundação do Hospital Militar
Criação de duas Escolas de Medicina
Criação da Academia de Belas Artes
Criação do Jardim Botânico
* medidas destinadas a satisfação da elite portuguesa e brasileira
Revolução Pernambucana
Causas:
Crescente aumento dos impostos ( servia aos interesses da Corte )
Seca de 1816
Açúcar e Algodão preços em queda
Objetivo: Proclamar uma República com base nas idéias iluministas
Setores da sociedade: padres, militares, comerciantes, artesãos e proprietários rurais.
Conflito:
Ao saber do movimento o governador de PE ( Caetano Pinto de Miranda Montenegro) manda prender os revoltosos. Houve resistência.
Rebeldes prendem o governador e ficam no poder por 75 dias e tomam a seguintes medidas:
* constituem um governo provisório
* acabam com alguns impostos
* elaboram uma Constituição ( liberdade religiosa e de imprensa e “igualdade” para todos)
Líderes: Teotônio Jorge, padres Miguel Joaquim ( Miguelinho) e Pedro de Souza Tenório, Antônio Henriques, José de Barros Lima foram condenados a morte por enforcamento.
Anistiados: Frei Caneca, Antonio Carlos Ribeiro de Andrada.