PROFESSOR FÁBIO SALVARI

HISTÓRIA É ROCK !!!!

27 de fev de 2009

TRATADOS E LIMITES NO BRASIL

Tratados de limites: a colônia define seu território.

Tratado de Utrech (1713) – ao final da Guerra de Sucessão da Espanha (1702-1714).
O rei Carlos II, não deixa herdeiro encerrando a dinastia dos Habsburgos
E iniciando a dinastia de Bourbon, com Felipe V, neto de Luís XIV.
 Pelo acordo a França abriu mão de suas pretensões no norte da América Portuguesa.
 Dois anos depois, o segundo Tratado de Utrech, determinou que a Espanha entregasse a Colônia do Sacramento a Portugal. ( apesar do acordo os dois reinos ibéricos continuaram a disputar a região o domínio da margem oriental do prata).

Tratado de Madri (1750) – Em 1746, Fernando VI tornou-se rei da Espanha e ,
Como era casado com a infanta portuguesa Dona Maria Bárbara, foi
Possível chegar a um consenso.

 O argumento do diplomata português Alexandre de Gusmão prevaleceu.
Argumento: deviam ser aceitas como legítimas as terras ocupadas tanto
por Portugal quanto pela Espanha. Princípio do uti possidetis, ita possideatis, significa “ quem possui de fato deve possuir de direito”.

 Resultado:
Espanha teve o domínio do rio da Prata
Portugal recebeu o território dos Sete Povos das Missões ( localizado a leste
do rio Uruguai) ; teve reconhecido os direitos sobre regiões da Amazônia e
do Centro-Oeste.

Observação: o tratado recebeu forte resistência dos índios guaranis, que levantaram suas Armas na Guerra Guaranítica.

 Diante da resistência dos guaranis em desocupar Sete Povos das Missões, Portugal se recusou a tomar posse do território e a devolver a Colônia do Sacramento à Espanha.

Tratado do Pardo( 1761) – objetivo anular o Tratado de Madri e tentar dar um
contorno definitivo ao território devido as dificuldades de demarcação.

Tratado de Ildefonso (1777) – Portugueses cedem a Colônia do Sacramento e os
Sete Povos das Missões à Espanha e recebem em contrapartida parte do
Atual Rio Grande do Sul e a Ilha de Santa Catarina.
Tratado de Badajoz (1801) – Confirma a posse definitiva da Espanha sobre a Colônia do Sacramento e o domínio português sobre os Sete Povos das Missões.

REVOLTAS NATIVISTAS

Revolta de Beckman (1684)

Causas:
 As divergência entre fazendeiros e jesuítas quanto à escravização dos índios
 Oposição ao monopólio da Cia de Comércio do Maranhão

Desenrolar dos fatos:

 1621, foi criado o Estado do Maranhão ( Ceará, Piauí, Pará e Amazonas) capitanias reais estava diretamente subordinado a metrópole.
 1641, os holandeses ocuparam a região do Maranhão (expulsaram invasores).
 A situação da região era de pobreza.
A economia baseava-se na agricultura de subsistência, criação de gado, cultivo da cana , cacau e fumo ( em escala modesta).
Faltava dinheiro para comprar escravos negros Saída: índios (missões).
 1682, foi criada a Cia de Comércio do Maranhão.
Objetivos:
• Solucionar o problema de falta de escravos negros, fornecendo 600 escravos por ano (durante 20 anos) .
• Abastecer a população com gêneros de primeira necessidade (trigo, azeite, vinho e peixe seco)
• Levar produção para Europa.
 Metas não foram cumpridas.
 A Cia recusava o açúcar, cacau, tabaco... ( forçava queda de preços e depois negociava com os produtores )
 Mudança da capital de São Luís para Belém (abalou a economia).

Líderes :
• Manuel Beckman, Tomás Beckman e Jorge Sampaio

Aderiram ao movimento: latifundiários, comerciantes luso-brasileiros, mascates, padres contrários aos privilégios da Cia de Jesus.

Interessante: A revolta não era separatista. (elitista)

Movimento iniciou em 24/02/1684
 Revoltosos destituíram as autoridades e constituíram uma junta.
Organizou-se uma comissão representativa do comércio, da lavoura e do clero.
 Maio de 1685, Portugal manda novo governador Gomes de Freire de Andrade e prende os revoltosos.
 Manuel Beckman e Jorge Sampaio são executados.
Resultado: a maioria dos objetivos alcançados.
Revolta de Filipe dos Santos ou Revolta de Vila Rica (1720)

Cenário:

 Mudança do eixo-econômico do nordeste (açúcar) para Minas ( ouro).
 A Coroa necessitava intensificar o controle sobre as Minas e cria o cargo de Intendente das Minas ( eram representantes diretos de Portugal )
 1715, foi criada a FINTA. ( tributo anual de 30 arrobas de ouro )
 1720, a tributação subiu para o quinto (20 %)
 A Coroa cria as Casas de Fundição( ouro só poderia circular com o selo real)

O aperto Fiscal gerou a revolta dos mineradores pagavam mais impostos e tinham que fazer longas viagens até as Casas de Fundição.

 Movimento estoura em 06/1720, quando denunciaram como corruptos os funcionários da Coroa em Vila Rica.

Objetivo do movimento: acabar com as Casas de Fundição
Líderes: Pascoal da Silva Guimarães ( minerador e comerciante)
Filipe dos Santos (Latifundiário e Tropeiro)

Revoltosos marcharam para Mariana (casa do Governador) com um documento pleiteando a revogação das Casas de Fundição e anistia para os revoltosos.

Resultado:
 o governador “concordou” com os revoltosos e depois incendiou as casas dos revoltosos.
 Filipe dos Santos, foi preso, enforcado e esquartejado. (servir de lição).

A Guerra dos Mascates (1710)

 Luta entre proprietários rurais de Olinda e comerciantes de Recife, originou-se com a expulsão dos holandeses de Pernambuco.
 Os comerciantes recifenses começaram a financiar a produção dos latifundiários olindenses (juros altos).
 A superioridade econômica de Recife não correspondia politicamente ( submissão política a Olinda)
 Em 1709, Recife elevou-se a categoria de vila autônoma por ordem da Coroa.
 Em 1710, Recife consegue a emancipação político-administrativa
Reação: Olindenses comandados por Bernardo Vieira de Melo, invadiram Recife.
Recifenses reagem ao ataque com João da Mota.
Resultado: a Coroa encerra o conflito mediando dando autonomia a Recife.

CONJURAÇÃO BAIANA 1798

Conjuração Baiana (1798)

Motivos:

 Transferência da capital de Salvador para o Rio de Janeiro (1763)
 Aumento das dificuldades econômicas (empobrecimento da maioria da população)

Influências:

 Idéias Iluministas  “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”
 Independência dos Estados Unidos
 Maçonaria

Objetivos:

 Criação de uma República
 Independência
 Fim da escravidão
 Impostos mais eqüitativos
 Aumento de salários das tropas
 Eleições públicas
 Luta contra o clero, o rei e as autoridades.

Circulação de panfletos “subversivos” em 12/08/1798

Líderes:

Luiz Gonzaga das Virgens (soldado)
Lucas Dantas de Amorim Torres ( soldado)
João de Deus (alfaiate)
Cipriano Barata ( Médico)  fundou o Jornal o Sentinela da Liberdade
Manuel Faustino dos Santos ( alfaiate)
Hermógenes Pantoja ( militar)
Agostinho Gomes ( padre)

Loja maçônica: Cavaleiros da Luz ( padres, comerciantes e militares)

Movimento foi considerado de Lesa-majestade = crime contra a coroa

Observação: o movimento não chegou a eclodir.

 Cronistas da época chamavam de “associação de mulatos”

 07/11/1799 foram condenados a forca e ao esquartejamento
João de Deus do Nascimento ;
Luiz Gonzaga das Virgens;
Lucas Dantas de Oliveira;
Manuel Faustino dos Santos ( o lira)

 Execução deveria servir de exemplo para inibir atos como do Haiti.

RESUMO CIVILIZAÇÃO PERSA

A CIVILIZAÇÃO PERSA POSIÇÃO GEOGRÁFICA:
• REGIÃO ATUAL DO IRA
• REGIÃO ORIENTAL DO MAR CÁSPIO
CIVILIZAÇÃO DITA PERSA ERA COMPSTA PÊLOS MEDOS E PERSAS
EM 548 a. C. UNIFICOU OS MEDOS E PERSAS, CHAMANDO-SE REINO DA
PÉRSIA
REINADO DE CIRO FOI DE 549 a. C. A 529 a. C., EXPANDINDO SUAS CONQUISTAS
E FORMANDO UM GRANDE IMPÉRIO
EXPANSÃO ESTIMULADA:
• PELOS LATIFUNDIÁRIOS
• PELOS COMERCIANTES

• PELA DECADÊNCIA DE ALGUNS IMPÉRIOS ( CAMBISES FILHO E SUCESSOR DE CIRO CONQUISTOU O EGITO, BABILÓNIA...)
APÓS A MORTE DE CAMBISES DARIO l ASSUME
• DARIO CRIA AS SATRAPIAS (PROVÍNCIAS)
• DEU PODER AOS SÁTRAPAS (GOVERNADORES) PARA FISCALIZAREM OS TERRITÓRIOS
ESQUEMA DE FISCALIZAÇÃO MONTADO POR DARIO:
DARIO cria as satrapias (províncias) , nomeia os sátrapas
FISCAL INSPETORES ( OLHOS E OUVIDOS DO REI)

UNIDADE DO IMPÉRIO:
.
• FORÇAS MILITARES
• REDES DE ESTRADAS
• MOEDA NACIONAL ( DÁRICO )
• IDIOMA COMUM

RELIGIÃO:
(AHURA MAZDA ESPÍRITO DA LUZ)- BEM
(ARIHMAN ESPÍRITO DAS TREVAS) -MAL

RELIGIÃO FOI CRIADA POR ZARATRUSTA ÀS VEZES CHAMADO DE ZOROASTRO

CULTURA:
OS PERSAS RESPEITAVAM A CULTURA DO PRÓXIMO

26 de fev de 2009

RESUMO SOBRE A GRÉCIA

GRÉCIA ANTIGA


• Povoamento da Grécia: Aqueus, Eólios, Jônios e Dórios

PERÍODO PRÉ-HOMÉRICO (XX – XII A.C.)

• Civilização Cretense:
o Rei Minos – Cidade de Cnossos
o Comércio com as regiões vizinhas (Egito)

• Civilização Micênica:
o Século XV a.C. Aqueus (Cretenses + Aqueus = Micênicos)
o Agricultura, Artesanato e Comércio
o Expansionismo (Guerra de Tróia)

• Século XII a.C.:
o Invasão dos Dórios
o Fim da Civilização Micênica
o 1ª Diáspora Grega (Êxodo Rural)
o “Desaparecimento da Escrita”

PERÍODO HOMÉRICO (Séc. XII – VIII a.C.)

• Homero: Ilíada e Odisséia
• Hesíodo: Teogonia
• GENOS: “tribos” chefiadas pelo Pater Famílias
• Crescimento Demográfico: Desestruturação dos Genos (surgimento da Polis)

INDIVÍDUO GENOS FRATRIA TRIBO DEMOS PÓLIS
(Cidade-Estado)

• Surgimento da Propriedade Privada: Eupátridas (“Bem Nascidos”)
• Polis: Acrópole (funções religiosa e militar) e Agora (praça pública)


PERÍODO ARCAICO (VIII – VI a.C.)

• Evolução Política da Grécia:

MONARQUIA ARISTOCRACIA OLIGARQUIA TIRANIA DEMOCRACIA


• Colonização Grega: 2ª Diáspora Grega (Magna Grécia, Bizâncio, Crotona, Marselha, etc.)

ATENAS

• Península da Ática (foi poupada das invasões dóricas)
• Política:
o Basileu (Rei): Função Religiosa e Militar
o Aristocracia: “Governo dos Melhores” auxiliado pelos Arcontes (funções militares, religiosas e judiciárias)
o Luta entre Aristocratas e Populares

• Leis Escritas:
o DRÁCON (621 a.C.): Código de Drácon
o SÓLON (594 a.C.): reformas na Legislação (eliminou a escravidão por dívidas e dividiu a sociedade em censitária)

ATENAS
Sociedade: Dinâmica
Política: Democracia
Economia: Comércio Marítimo
• Tiranias: Pisístrato, Hiparco e Hípias
• Democracia: CLÍSTENES (510 a.C.):
o Ostracismo: exílio por 10 anos aos inimigos da Democracia

• Educação: Físico, Intelectual e Artístico
• Sociedade: Eupátridas, Metecos e Escravos


ESPARTA

• Península do Peloponeso (Invasões Dóricas)
• Política:
o Diarquia: dois reis (funções militares e religiosas)
o Éforos: cinco magistrados (funções executivas – fiscais)
o Gerúsia: 28 ançiãos (+ de 60 anos) Representação máxima de poder – Oligarquias
ESPARTA
Sociedade: Estratificada
Política: Oligarquia
Economia: Agrícola
o Apela: Assembléia do Povo (esparcíatas de 18 a 60 anos)

• Sociedade: Esparcíatas, Periecos e Hilotas

• Educação: Militar
• Militarismo, Xenofobia e Terras Estatais



PERÍODO CLÁSSICO (V – IV a.C.)

• Guerras Médicas (Greco-Pérsicas) (490 – 479 a.C.): Gregos X Persas
• Confederação de Delos: Liderança e Hegemonia de Atenas
• Tratado de Susa (448 a.C.): Paz entre gregos e persas
• Imperialismo Ateniense: “SÉCULO DE PÉRICLES” – Séc. V a.C.
• Guerra do Peloponeso (431 – 404 a.C.): Atenas X Esparta (vitória de Esparta)
• Conseqüências:
o Desunião e enfraquecimento das Polis Gregas
o Invasões Macedônicas

PERÍODO HELENÍSTICO (III – II a.C.)

• Batalha de Queronéia (338 a.C.): Felipe II (Macedônia)
• Alexandre Magno

CULTURA GREGA

• Humanismo e Antropocentrismo
• Religião: Politeísmo Antropomórfico e Materialismo (negam a existência da alma)
• Mitologia Grega
• Teatro: Comédias e Tragédias (Ésquilo, Sófocles, Eurípedes, Aristófanes)
• História: Heródoto
• Arquitetura: Ictínio e Calícrates (Partenon)
o Estilos: Dórico (1), Jônico (2) e Coríntio (3)

• Filosofia:
o Pré-Socráticos, Sofistas e Socráticos
• Medicina: Hipócrates

CULTURA HELENÍSTICA

• Fusão da Cultura Grega e Oriental
• Arte: Realista (violência e dor)
• Arquitetura: Luxo e Grandiosidade (Farol de Alexandria)
• Escultura: Turbulência e Agitação (Colosso de Rodes)

RESUMO SOBRE ROMA

ROMA ANTIGA


• Povoamento de Roma: Italiotas, Etruscos e Gregos

MONARQUIA (753 – 509 a.C.)

• Economia: Agro-Pastoril
• Sociedade: Estratificada (Patrícios e Plebeus)
• Política: Rei Eleito
• Declínio: revolta patrícia contra tentativa de centralização do poder do rei

REPÚBLICA (509 – 27 a.C.)

• “Governo dos Patrícios para os Patrícios”
• Assembléias:
o Assembléia Curiata: funções religiosas
o Assembléia Centuriata: eleição dos cônsules e magistrados
o Assembléias Plebis: eleição dos Tribunos da Plebe

• Magistraturas:
o Consulado: Civil e Militar (cargo de 1 ano)
o Ditador: 6 meses
o Pretores: Justiça
o Questores: Cobradores de Impostos
o Censores: Censo
o Edis: Diversões
o Pontífice: Religião

CONQUISTAS DA PLEBE

• 496 a.C.: fuga para o Monte Sagrado
• Tribuno da Plebe – Plebiscito
• 450 a.C.: Lei das Doze Tábuas
• 445 a.C. Lei Canuléia
• 367 a.C. Lei Licínia

EXPANSÃO TERRITORIAL ROMANA

• Conquista da Península Itálica
• Conquista do Mediterrâneo:
o Ocidental: Guerras Púnicas (Roma X Cartago)
o Oriental

CONSEQÜÊNCIAS DA EXPANSÃO ROMANA

• Controle do Mediterrâneo (Mare Nostrum)
• Divisão Internacional do Trabalho
• Latifúndios escravistas no ocidente em especial
• Itália: Economia Importadora
• Afluxo de Riquezas e Escravos
• Falência de Pequenos e Médios Proprietários
• Êxodo Rural
• Formação da Clientela Urbana
• Desenvolvimento da Política do Pão e Circo
• Homens Novos X Patrícios
• Crise da República

CRISE DA REPÚBLICA

• Os Irmãos Graco: Tribunos da Plebe
o 133 a.C.: Tibério Graco (Reforma Agrária)
o 123 a.C.: Caio Graco (Democracia e Leis Frumentárias)

• Ditaduras de Mário e Sila: Guerra Civil
• O Primeiro Triunvirato (60 a.C): Pompeu, Crasso e Júlio César
• O Segundo Triunvirato (43 a.C.): Marco Antônio, Caio Otávio e Lépido
• Transição para o Império: Princeps, Imperator Pontifex Maximus, Tribunus Potestas, Pater Patrie, Augustus.

IMPÉRIO (27 a.C. – 476 d.C.)

Alto Império (27 a.C. – 235 d.C.)

• Apogeu da Civilização Romana
• Principado de Augustus
• Política da Pax Romana
• Nascimento do Cristianismo (Religião Subversiva – Perseguição aos Cristãos)

Baixo Império (235 – 476)

1) A Crise do Século III – Escravismo:
o Pax Romana
o Inflação – Desabastecimento
o Rigor Fiscal
o Êxodo Urbano – Ruralização (Villas – Colonato)

2) A Crise Política:
o Incapacidade Política dos Imperadores
o Corrupção nas Províncias
o Disputa entre o poder central e as províncias

3) A Crise do Exército:
o Atrasos no Pagamento do Soldo

4) Tentativas de Contenção da Crise:

a) Dioclesiano: Tetrarquia
b) Constantino:
 Constantinopla
 Edito de Milão (313 – Legalização)
c) Teodósio:
 Oficialização do Cristianismo (Edito de Tessalônica – 391)
 Última e definitiva divisão do Império (Ocidente e Oriente)

5) As Invasões Germânicas:
• Federalismo
• 410: Invasão dos Visigodos
• Pressão dos Hunos
• 476: Deposição do último imperador romano Rômulo Augusto por Odoacro, rei dos bárbaros Hérulos – Queda do Império Romano no Ocidente

CULTURA ROMANA

• Código de DIREITO (Direito Civil, das Gentes e Natural)
• Arquitetura: Prática (estradas, pontes, aquedutos, Fórum, estádios)
• Literatura: Uso do Latim (Cícero e Ovídio)
• Religião: Paganismo (Gregos) e Cristianismo